Nas aulas dos dias 2 e 17 de Novembro do Work-shop 2 de Projecto Multidisciplinar, foi-me pedido a mim e aos meus colegas que expuséssemos um argumento, identificando as premissas e a conclusão, apresentado num excerto de um livro intitulado "Diálogo das Compensadas" de João Aguiar. Livro esse, que servirá de referência da disciplina e grande parte das propostas de trabalho abordarão a sua temática e que, naturalmente, é um importante instrumento de trabalho da disciplina.
Posteriormente, foi-nos pedido também que construíssemos um argumento baseado na nossa opinião sobre a consistência do mesmo e a plausibilidade das premissas, isto é,se era um bom ou mau argumento. Durante a realização desta proposta de trabalho, não pude também de deixar de reparar na dificuldade que a construção deste argumento compreendia não só para mim, como também para os meus colegas. Ainda assim, os resultados foram bastante positivos, algo de salientar tendo em conta a complexidade do tema.
O excerto abordava a globalização actual e expunha a opinião do autor, acerca da forma como o modelo de sociedade actual tem sido construído, muitas vezes, renegando os direitos e as liberdades dos trabalhadores. Modelo esse que, no excerto, prosperou à custa da ganância desenfreada dos "senhores cobertos e descobertos".
Ora, a meu ver, se é verdade que muitas vezes são subjugados os direitos dos trabalhadores e que os interesses dos empresários vão somente ao encontro dos lucros sem pensar na justiça social e nos direitos humanos, também é verdade que a globalização, e o modelo económico em que vivemos, a economia de mercado, permitiu um crescimento económico sem precedentes e a melhoria generalizada do nível de vida.
Contudo, existem direitos laborais e garantias que devem ser salvaguardadas, a fim de evitar injustiças para com os trabalhadores. Direitos esses, que em democracia são imperativos, e como acredito na democracia, também considero esses direitos imperativos para um funcionamento igualitário da economia e a consequente justiça social de que tanto se fala. Justiça essa que pode e deve partir das empresas, permitindo assim, um impacto positivo na comunidade permitindo as empresas laborar não tendo apenas em vista o lucro mas também a sensibilidade social, pois na estrutura de uma empresa, a responsabilidade social, é hoje, cada vez mais uma realidade.
Em suma, o caminho para um futuro justo e sustentável passará pela consciencialização da importância das organizações não só para a economia e o valor que estas acrescentam para o mercado,como também para a comunidade, seja ela local ou global, dando aos cidadãos os frutos de um crescimento económico que estes ajudaram a desenvolver, e não apenas cedências de empréstimos e consequente acumulação de dívidas em muitas famílias, como o caso dos bancos, ou a avidez respeitante à especulação financeira. A justiça social e a economia solidária partem ou deveriam partir das organizações e dos seus empresários.
Posteriormente, foi-nos pedido também que construíssemos um argumento baseado na nossa opinião sobre a consistência do mesmo e a plausibilidade das premissas, isto é,se era um bom ou mau argumento. Durante a realização desta proposta de trabalho, não pude também de deixar de reparar na dificuldade que a construção deste argumento compreendia não só para mim, como também para os meus colegas. Ainda assim, os resultados foram bastante positivos, algo de salientar tendo em conta a complexidade do tema.
O excerto abordava a globalização actual e expunha a opinião do autor, acerca da forma como o modelo de sociedade actual tem sido construído, muitas vezes, renegando os direitos e as liberdades dos trabalhadores. Modelo esse que, no excerto, prosperou à custa da ganância desenfreada dos "senhores cobertos e descobertos".
Ora, a meu ver, se é verdade que muitas vezes são subjugados os direitos dos trabalhadores e que os interesses dos empresários vão somente ao encontro dos lucros sem pensar na justiça social e nos direitos humanos, também é verdade que a globalização, e o modelo económico em que vivemos, a economia de mercado, permitiu um crescimento económico sem precedentes e a melhoria generalizada do nível de vida.
Contudo, existem direitos laborais e garantias que devem ser salvaguardadas, a fim de evitar injustiças para com os trabalhadores. Direitos esses, que em democracia são imperativos, e como acredito na democracia, também considero esses direitos imperativos para um funcionamento igualitário da economia e a consequente justiça social de que tanto se fala. Justiça essa que pode e deve partir das empresas, permitindo assim, um impacto positivo na comunidade permitindo as empresas laborar não tendo apenas em vista o lucro mas também a sensibilidade social, pois na estrutura de uma empresa, a responsabilidade social, é hoje, cada vez mais uma realidade.
Em suma, o caminho para um futuro justo e sustentável passará pela consciencialização da importância das organizações não só para a economia e o valor que estas acrescentam para o mercado,como também para a comunidade, seja ela local ou global, dando aos cidadãos os frutos de um crescimento económico que estes ajudaram a desenvolver, e não apenas cedências de empréstimos e consequente acumulação de dívidas em muitas famílias, como o caso dos bancos, ou a avidez respeitante à especulação financeira. A justiça social e a economia solidária partem ou deveriam partir das organizações e dos seus empresários.
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